Cervejas La Trappe: para beber de joelhos

28/09/2016 - Cervejarias, Notícias

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Cervejas La Trappe: para beber de joelhos

Clube do Malte
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A história da cervejas La Trappe começou ainda em 1880, quando Dom Dominicus Lacaes, abade do mosteiro trapista Sainte-Marie-du-Mont, em Mont-des-Cats, no norte da França, estava preocupado com o destino dos seus monges. Naquela época, uma lei francesa ameaçou a existência de mosteiros no país e o futuro não parecia tão promissor.

botto-bar-la-trappeOs monges de Mont-des-Cats acabaram se preparando para o fato de que eles logo teria de deixar a França. Na verdade, nunca chegou a esse ponto, mas a situação se tornou tão preocupante que o abade decidiu enviar um dos seus monges, Sebastian Wyart, em busca de um lugar de refúgio fora do país. Wyart escolheu Holanda, um país que ofereceu hospitalidade aos perseguidos religiosos.

Ele encontrou o que estava procurando na área em torno de Tilburg, perto da pequena cidade de Berkel-Enschot: uma área de pântano aberto com várias pequenas fazendas e produtores locais. Acabaram se estabelecendo nesta região chamada de ‘Koningshoeven’ (Quintas do Rei) uma vez que esta área já havia sido propriedade do rei William II.

Assim o mosteiro foi fundado em 1881, por esta ordem trapista refugiada da França. O nome ‘La Trappe’ é originário da abadia francesa de “NotreDame de la Grande Trappe”, em Soligny-la-Trappe. Para subsistirem, os monges começaram a recuperar e cultivar a terra pobre de Koningshoeven Quando as atividades rurais já não supriam as necessidades básicas, o monge superior decidiu começar a produzir cerveja. Este seria o começo da única cervejaria trapista holandesa e que hoje é a fonte de rendimento mais importante do mosteiro.

A receita criada pelos monges tem proporcionado o prazer da tradicional das cervejas La Trappe por mais de cem anos, em um método_rl23434_bewerkt que não envolve nada além de ingredientes puros e naturais: lúpulo, cevada, fermento e água, da fonte de Koningshoeven. Atualmente, os monges proprietários da marca registrada La Trappe, já não trabalham mais diretamente na sua produção, mas continuam firmes na supervisão de todo o processo. Uma parte dos lucros provenientes das vendas vai para manutenção dos mosteiros da ordem na Indonésia e Uganda.

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